A UNIVERSALIDADE SUBJETIVA DO JUÍZO DE GOSTO SEGUNDO KANT
Parole chiave:
Kant. Juízo e Gosto. Universalidade Subjetiva. Analítica do Belo. Experiência Estética.Abstract
Resumo: Este trabalho examina a questão da universalidade subjetiva do juízo de gosto em Immanuel Kant. Ao distinguir o juízo estético das esferas teórica e prática, Kant propõe que o belo repousa harmonicamente no livre jogo entre as faculdades da imaginação e do entendimento, e não em conceitos determinantes (a priori). Assim, o estudo reconstrói a Analítica do Belo, detalhando como os quatro momentos fundamentam a pretensão de que o prazer individual subjetivo seja compartilhado universalmente. Conclui-se que essa validade, embora sem conceito, legitima a comunicabilidade intersubjetiva e estabelece a autonomia do gosto como necessidade exemplar na experiência estética.
Downloads
Riferimenti bibliografici
ALLISON, H. Kant’s Theory of Taste: a Reading of the Critique of Aesthetic Judgment. New York: Cambridge University Press, 2001. E-book Kindle.
_____.Quid facti e Quid juris na Crítica de Kant do gosto. Studia kantiana, n.º 1,1998, pp. 83-99.
BATTEUX, C. As belas-artes reduzidas a um mesmo princípio. São Paulo: Humanitas; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado, 2009.
BURNHAM, D. An Introduction to Kant's Critique of Judgement. George Square, Edinburgh: Ediburgh University Press Ltda, 2000.
CASSIRER, E. A filosofia do iluminismo. Tradução de Álvaro Cabral. 3 ed. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 1997.
MELONIO, Danielton Campos. A Crítica do gosto e o Esclarecimento: afinidades entre o estético e o político em Kant e Schiller. 2021. 179f. Tese (Doutorado em Filosofia). Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2021, pp. 73-123.
____. Immanuel Kant: conceitos fundamentais. Editado por Will Dudley e Kristina Engelhard. Tradução de Fábio Creder - Petrópolis, Rio de Janeiro, Editora Vozes, 2020.
____. Kant: uma leitura das três “Críticas”. Tradução de Karina Jannini. Rio de Janeiro: DIFEL, 2009.
FRIEDLANDER, E. Expressions of judgment: an essay on Kant’s aesthetics. Cambridge, Massachusetts & London: Havard, University Press, 2015.
GUIMARÃES, R. E. Onde (não) entram voz universal e sensus communis nosjuízos-de-gosto? Studia. Kantiana, v.16, n.1, abr. 2018, pp. 75-101.
GUYER, P. Editor 's Introduction. In: KANT, I. Critique the Power of the Judgement (The Cambridge edition of the Works of Immanuel Kant). Tradução de Paul Guyer e Erick Matthews. Cambridge University Press: Cambridge, New York, Melbourne, Madri, Cape Town, Singapore, São Paulo, Delhi, 2008. E-book Kindle.
HUGHES, F. Kant’s critique of aesthetic judgment. London, New Delhi, New York, Sidney: Bloomsbury, 2010.
KANT, I. Crítica da faculdade de julgar. Tradução de Fernando Costa Mattos. Petrópolis, RJ: Vozes; Bragança Paulista, SP: Editora Universitária São Francisco, 2016. (Coleção Pensamento Humano).
_____.Kritik der Urteilsckaft. In: KANT. Werke in Zwölf Bänden, vol. IX. Frankfurt: Suhrkamp Verlag, 1957.
_____.Kritik der Urteilsckaft. In: KANT. Werke in Zwölf Bänden, vol. X. Frankfurt: Suhrkamp Verlag, 1957.
KULENKAMPFF, J. A chave da crítica do gosto. Studia Kantiana, n.3(1), 2001, pp. 7-28.
LOPARIC, Z. Acerca da sintaxe e da semântica dos juízos estéticos. Studia kantiana, n.º 3, pp. 49-90, 2001.
MARQUES, A. Notas sobre figuras da mediação na terceira Crítica de Kant. Estudos Kantianos, Marília, v. 5, n. 1, p. 59-68, Jan./Jun., 2017, pp. 59-68.
_____.Objetividade do juízo estético. Estudos Kantianos, Marília, v. 7, n. 1, p.11-14, Jan./Jun., 2019, pp. 11-14.
______. Prolegômenos a qualquer metafísica futura que possa apresentar-se como ciência. Tradução de José Oscar de Almeida Marques. São Paulo: Estação Liberdade, 2014.
SANTOS, L. R. dos. A concepção kantiana da experiência estética: novidades, tensões e equilíbrios. Trans/Form/Ação, Marília, SP, v. 33, n. 2, p. 35-75, 2010. Disponível em:<http://www.scielo.br/pdf/trans/v33n2/v33n2a04>. Acesso em: 03 fev. 2016.
SENA, C. M. (2024). A DEDUÇÃO DOS JUÍZOS DE GOSTO DA CRÍTICA DA FACULDADE DE JULGAR. Sapere Aude, 15(30), 932–951.
SCHAPPER, E. Gosto, sublimidade e gênio: A estética da natureza e da arte. In: GUYER, P.(org.). Kant. Tradução de Cassiano Terra Rodrigues. Aparecida, SP: Ideias & Letras, 2009.
SORENSEN, K.; WILLIAMSON, D. (Orgs.). Kant and the Faculty of Feeling. Reino Unido: Cambridge University Press, 2018.
TREVISAN, D. A “novidade” da terminologia crítica? Sobre a “dedução” como termo jurídico na Crítica da Razão Pura. In: HULSHOF, M; MARQUES, U. R. A (org.). A Linguagem em Kant, a linguagem de Kant. Marília: Oficina Universitária; São Paulo: Cultura Acadêmica, 2018.
WILLIAMSON, D. Kant’s Theory of Emotion: Emotional Universalism. Nova York: Palgrave MaCmillan, 2015, E-book Kindle.
WOOD, A. Kant. Tradução de Delamar José Volpato Dutra. Porto Alegre: Artmed, 2008.
ZAMMITO, J. H. The genesis of Kant's critique of judgment. Chicago & London: The University of Chicago Press, 1992.
##submission.downloads##
Pubblicato
Come citare
Fascicolo
Sezione
Licenza
Copyright (c) 2026 Alinne , Danielton , Antonio José

TQuesto lavoro è fornito con la licenza Creative Commons Attribuzione 4.0 Internazionale.
Autores/as que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
1) Autores/as mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista;
2) Os/As autores/as não serão remunerados pela publicação de trabalhos na revista;
3) Além disso, os conteúdos publicados são de inteira e exclusiva responsabilidade dos/as autores/as, ainda que reservado aos editores o direito de proceder a ajustes textuais e de adequação às normas da publicação;
4) Autores/as têm permissão e são estimulados a divulgar seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal), já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).
Direitos autorais 2020 Barricadas: Revista de Filosofia e Interdisciplinaridade.

Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons 4.0 Internacional.