ANTROPOCENTRISMO E REFUGIADOS AMBIENTAIS

Autores

  • Cláudia Maria da Costa Gonçalves UFMA
  • Márcio Seligmann-Silva UNICAMP
  • Rodrigo Barbalho Desterro e Silva UFMA
  • Thiago Allisson Cardoso de Jesus UEMA

DOI:

https://doi.org/10.18764/2178-2865.v24nEp221-240

Palavras-chave:

Técnica, Sociedade de risco, Refugiados, Contrato político

Resumo

Apresenta-se uma reflexão crítica sobre os caminhos da técnica com destaque para a sua relação com uma economia capitalista que vê na natureza apenas uma fonte de lucro. Analisam-se as relações entre a teoria da sociedade do risco, a formação dos refugiados ambientais e as históricas violências estruturais que demarcam o Brasil Contemporâneo. Por outro lado, a realidade da fauna brasileira e o cenário de violação causado pelo ser humano como uma força geológica prejudicial à preservação dos animais não humanos, têm sido fator que contribui para o agravamento da situação ambiental. Discutem-se as contradições do contrato político quando se trata da proteção dos animais não humanos.

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Publicado

2020-09-16

Como Citar

GONÇALVES, Cláudia Maria da Costa; SELIGMANN-SILVA, Márcio; SILVA, Rodrigo Barbalho Desterro e; JESUS, Thiago Allisson Cardoso de. ANTROPOCENTRISMO E REFUGIADOS AMBIENTAIS. Revista de Políticas Públicas, São Luís, v. 24, p. 221–240, 2020. DOI: 10.18764/2178-2865.v24nEp221-240. Disponível em: https://www.periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/rppublica/article/view/15105. Acesso em: 6 maio. 2026.

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