https://www.periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/ens-multidisciplinaridade/issue/feedEnsino & Multidisciplinaridade2026-04-13T23:29:03-03:00Maria Consuelo Alves Limarem@ufma.brOpen Journal Systems<p>Publicação do Programa de Pós-graduação em Ensino de Ciência e Matemática da Universidade Federal do Maranhão (UFMA).</p> <p><strong>ATENÇÃO</strong>: A revista <strong>Ensino & Multidisciplinaridade</strong> <strong>ficará indisponível de 15 a 17 de abril de 2026</strong>, para a migração de uma versão mais nova do OJS. Durante essa período ficarão suspensos o acesso a revista para: leitura de artigos; submissões de novos manuscritos; avaliações e edições em andamento; e publicações de novas edições</p> <p><a href="https://docs.google.com/document/d/1jvFn1eMUbYtOygRG3ZZKaTohiU5IFxfZ/edit">Há um novo template da revista</a></p> <p style="margin: 0px;">Missão: Divulgar produções científicas resultantes de pesquisas na área do ensino de ciências naturais e educação matemática e de áreas afins a essa área, envolvendo questões educacionais dos diferentes níveis de ensino. A revista aceita manuscritos originais escritos nos idiomas português e espanhol.</p> <p style="margin: 0px;"> </p> <p style="margin: 0px;">ISSN 2447-5777 </p>https://www.periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/ens-multidisciplinaridade/article/view/28212Educação Ambiental Decolonial e ensino de ciências: a animação "Raízes do Brasil" como recurso educativo2025-12-05T18:51:17-03:00Mateus de Lima Correiamateusdelimacorreia@hotmail.comCarlos Erick Brito de Sousacarloserickbrito@gmail.com<p>A decolonialidade vem ganhando espaço nas discussões do ensino de ciências e da Educação Ambiental (EA) ao defender uma postura crítica frente às mazelas do colonialismo perpetuadas na modernidade. Nesse sentido, a EA Decolonial permite compreender o papel da colonialidade na crise global e sensibilizar as pessoas frente a tais questões. Já o uso mediado de animações traz potencialidades ao ensino de ciências, pois pode estimular os educandos a identificar diferentes mensagens e desenvolver habilidades para discutir temas complexos e/ou polêmicos de forma crítica. Assim, buscou-se compreender as potencialidades de uma animação que aborda as questões dos povos indígenas no Brasil, como recurso educativo para promover reflexões decoloniais no ensino de ciências. Esta investigação teve natureza qualitativa de cunho documental e analisou um episódio da animação <em>Raízes do Brasil</em>, transcrito para a coleta dos dados. A análise seguiu etapas da pesquisa documental: leitura exploratória, seletiva, analítica e interpretativa. Cotejaram-se os dados com os referenciais da EA Decolonial e do ensino de ciências. Por fim, verificou-se que a animação apresenta elementos que se aproximam de perspectivas decoloniais, contudo, em certos momentos, utiliza termos que podem reforçar visões colonialistas. Assim, seu uso como recurso educativo exige mediação crítica e problematizações pelos educadores.</p>2026-04-13T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Mateus de Lima Correia, Carlos Erick Brito de Sousahttps://www.periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/ens-multidisciplinaridade/article/view/28210Perspectivas do currículo narrativo para a Educação em Saúde no ensino de ciências2025-12-22T17:33:54-03:00Premma Hary Mendes Silvapremmahary10@gmail.comJackson Ronie Sá-Silvaprof.jacksonronie.uema@gmail.com<p>A concepção de currículo é bastante diversa, é necessário levar em conta diversas influências teóricas, contextos históricos, fatores socioeconômicos, políticos, culturais, entre outros. Ao considerar professores e estudantes como construtores do currículo, Ivor Frederick Goodson propõe o currículo narrativo. Segundo o autor, o currículo narrativo corresponde a um percurso a ser desenvolvido por um grupo de professores e estudantes no contexto escolar. Objetivou-se, aqui, analisar as perspectivas teóricas do currículo, com foco na visão de Ivor Frederick Goodson, a fim de identificar elementos da narrativa na construção social do currículo que fundamentem a proposta do currículo narrativo para a Educação em Saúde no contexto do ensino de ciências. Para isso, foi realizada uma pesquisa bibliográfica de cunho narrativo e reflexivo, dialogando com teóricos do campo do currículo e da Educação em Saúde. Compreende-se que a transformação do currículo prescrito em um currículo narrativo é possível nos espaços escolares, onde de fato o currículo acontece, por meio de práticas curriculares ressignificadas. A viabilidade dessa transformação é possível a partir de uma formação docente que oportunize aos professores discussões que instrumentalizem transformações cotidianas por quem materializa o currículo no espaço escolar.</p>2026-04-13T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Premma Hary Mendes Silva, Jackson Ronie Sá-Silvahttps://www.periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/ens-multidisciplinaridade/article/view/28205Diversidade etária na EJA: o impacto do convívio com as diferenças no ambiente escolar 2025-12-22T17:32:21-03:00Samires Oliveira Araújosamiresaraujo5@gmail.comRailson Jorge Soares Rodriguesrailsonjorge@gmail.comMauro Guterres Barbosamaurobarbosa@professor.uema.br<p>A presente pesquisa analisa a diversidade etária na Educação de Jovens e Adultos (EJA) e seus impactos nas relações pedagógicas e no processo de ensino-aprendizagem da matemática. Observa-se, nas escolas públicas brasileiras, um processo de rejuvenescimento das turmas da EJA, o que amplia a heterogeneidade etária e traz novos desafios à prática docente. O estudo tem como objetivo compreender o modo como estudantes de diferentes faixas etárias se relacionam entre si e de que maneira influenciam a aprendizagem coletiva e a atuação do professor de matemática. O problema de pesquisa consiste em investigar de que forma o processo de ensino-aprendizagem na EJA é influenciado pela presença de alunos de diferentes idades. Trata-se de uma pesquisa de abordagem qualiquantitativa - realizada por meio da aplicação de questionário composto por sete questões abertas - cujos dados foram analisados de forma interpretativa e descritiva. Os resultados indicam que a diversidade etária interfere significativamente nas dinâmicas de aprendizagem e na organização didático-pedagógica, o que exige do docente adaptações metodológicas e maior sensibilidade às trajetórias e experiências dos estudantes. Conclui-se que o reconhecimento das especificidades geracionais contribui para a promoção de práticas pedagógicas mais inclusivas e para a construção equitativa do conhecimento matemático na EJA.</p>2026-04-13T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Samires Oliveira Araújo, Railson Jorge Soares Rodrigues, Mauro Guterres Barbosahttps://www.periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/ens-multidisciplinaridade/article/view/25511Tecnologias Digitais na formação continuada de professores que ensinam matemática: mapeamento de teses e dissertações (2015-2024)2025-12-22T19:32:05-03:00Carloney Alves de Oliveiracarloneyalves@gmail.comWilker Araújo de Melowilker.melo@im.ufal.brJosé Renato Florentino de Limarenaatolyyma@gmail.com<p>Este estudo tem como objetivo analisar as produções acadêmicas acerca da utilização de Tecnologias Digitais (TD) na formação continuada de professores que ensinam matemática. A investigação parte da necessidade de compreender o modo como essas tecnologias têm sido incorporadas nos processos formativos e quais tendências emergem nesse campo. Trata-se de uma pesquisa de natureza qualitativa, de caráter bibliográfico, realizada a partir de um levantamento na Biblioteca Brasileira de Teses e Dissertações, considerando trabalhos publicados entre 2015 e 2024. Após a aplicação de critérios de inclusão e exclusão foram selecionadas 29 produções para análise. Os resultados evidenciam um crescimento no interesse pelo uso de TD na formação docente, com destaque para a predominância de estudos desenvolvidos em instituições públicas e voltados a professores licenciados em Matemática. Observa-se também a diversidade de recursos tecnológicos utilizados, com ênfase no uso de <em>softwares</em> educacionais e ambientes digitais interativos. As análises indicam avanços na incorporação dessas tecnologias, embora ainda existam lacunas, especialmente no que se refere à formação de professores dos anos iniciais do Ensino Fundamental. Conclui-se que o campo apresenta potencial de expansão, demandando investigações que ampliem o alcance e a diversidade das formações.</p>2026-04-13T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Carloney Alves de Oliveira; Wilker Araújo de Melo, José Renato Florentino de Lima