CRISE ESTRUTURAL DO CAPITAL E A LUTA DE CLASSES

Marcos Antônio Silva do Nascimento

Resumo


Este artigo tem como objetivo discutir sobre a crise estrutural do capital. Com base na análise marxista, pretende demonstrar que o modo de produção do capital já se constitui como um sistema em crise estrutural logo na segunda metade do século XIX. Com a formação da fase imperialista que empurra a humanidade para uma época de crises, guerras e revoluções, inicia um processo acentuado de destruição das forças produtivas, sempre em uma quantidade superior à desenvolvida na sua fase de boom. O artigo traz, também, uma reflexão sobre o papel das direções da classe trabalhadora que, embora tenham se rendido
ao reformismo e ao revisionismo, abandonando a perspectiva da revolução socialista, a luta de classe não deixou de ser o motor da sociedade. Logo, o sistema capitalista, de crise em crise constrói maior degradação ambiental, além de, por meio do uso dos modelos macroeconômicos administram as crises cíclicas, jogando o preço (para) sobre os ombros da classe produtora.
Palavras-chave: Crise, Capital, classe social e imperialismo.

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R. Pol. públ.

ISSN 2178-2865 (online)