Notas sobre o governo de coisas e corpos na encantaria maranhense

Martina Ahlert

Resumo


O artigo trabalha com a ideia de “governo” tal como empregada por pessoas que convivem com encantados – seres presentes nas religiões afro-brasileiras no Maranhão. Ao falar sobre o governo de corpos, de objetos e da natureza, busca problematizar determinadas associações entre pobreza, desconhecimento
e religião. Sugere que essas associações não apenas negam a agência dos
encantados quanto classificam sujeitos e suas práticas como falsas e incongruentes.


Palavras-chave


Encantaria; etnografia; corpos; natureza; governo

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DOI: http://dx.doi.org/10.18764/2236-9473.v14n27p49-66

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ISSN 2236-9473 (online)

ISSN 1983-4527 (impresso)