Editorial: Pluralidade e Diferença

Roberto Nunes Bittencourt

Resumo


É de Roland Barthes (1915-1980), em sua aula, o pensamento de que cabe ao escritor, enquanto sujeito de uma prática, “ter a teimosia do espiar o que se encontra na encruzilhada de todos os outros discursos, em posição trivial com relação à pureza das doutrinas (trivialis é o atributo etimológico da prostituta que espera na intersecção de três caminhos)” (p. 26).

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