ENTREVISTA: DIRCE WALTRICK DO AMARANTE

Émilie Audigier, Marlova Aseff

Resumo


Dirce Waltrick do Amarante (Florianópolis – 1969) é mestre e doutora em Teoria Literária, professora do curso de Artes Cênicas da Universidade Federal de Santa Catarina, ensaísta, dramaturga e tradutora. Foi finalista do prêmio Jabuti, em 2010, com Para ler Finnegans wake, de James Joyce”. Sua tradução de Contos de Ionesco para crianças, de Eugène Ionesco, recebeu a menção “altamente recomendável” da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, em 2009. Ela é ainda a responsável editorial da Revista de Arte e Cultura Qorpus, do Programa de Pós-graduação em Estudos da Tradução (PGET/UFSC), onde também atua como docente. É membro do Núcleo de Estudos de Literatura, Oralidade e Outras Linguagens (UFSC) e do Núcleo de Pesquisa Poéticas do Estranhamento (UFMG). De personalidade inquieta, seguidamente publica resenhas na imprensa nacional e organiza, com o professor e tradutor Sérgio Medeiros, o Bloomsday de Florianópolis. Em 2019, foi agraciada pela Associação Brasileira de Literatura Comparada (Abralic) com o Prêmio Boris Schnaiderman de Tradução, na categoria prosa, pelo livro Finnegans Wake (por um fio), de James Joyce (Iluminuras, 2017). Nesta entrevista, Dirce fala um pouco da sua trajetória, da sua relação com as línguas estrangeiras, com as Artes, com a tradução, com a literatura infantojuvenil e também conta de onde vem o seu fascínio pelo nonsense.


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