AS FOGUEIRAS CONTEMPORÂNEAS E AS PRÁTICAS DE RESISTÊNCIA

Giovanna Flores, Nádia Neckel

Resumo


Pensar as imagens em discurso é tomá-las como práticas de resistência na história, produto de projeções sensíveis inscritas na arte e marcadas pelo social. Esse gesto analítico toma dois momentos da contemporaneidade política do nosso país tendo como horizonte a metáfora da fogueira inquisitória. Como textualidades desses momentos temos: as fotos de nossa presidenta Dilma Rousseff e o programa Roda Viva da TV Cultura, quando da entrevista da então candidata presidenciável Manuela D´Avila. Recorremos para tanto à abordagem teórico-metodológica da Análise do Discurso, principalmente a partir de formulações de Pêcheux (1997) a respeito das práticas técnicas e de gestão social, e também à uma escuta teórica, tomando o pensamento de Butler, a respeito da noção de vida precária (2009) e as provocações que traz em seu livro “Corpos em aliança e a política das ruas: notas sobre uma teoria performativa de assembleia” (2018).

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