DA SENZALA PARA O ESCRITÓRIO: O (SUPOSTO) LUGAR DO NEGRO NO MERCADO PUBLICITÁRIO BRASILEIRO

Adilson Gomes

Resumo


Historicamente, desde 1888, os negros conquistaram a liberdade total e irrestrita e se tornaram livres da escravidão. Hoje, mais de 130 anos depois, discursos que repetem práticas escravagistas ainda circulam na sociedade e se materializam na mídia impressa e televisiva. Ao trazer para o fio do discurso a questão da diversidade racial dentro das agências de publicidade, a matéria jornalística Diversidade Racial ganha espaço no RH das agências de publicidade, veiculada no jornal impresso Folha de São Paulo, discursivamente cria um (suposto) lugar para esses sujeitos nos escritórios de publicidade do país. Com o objetivo de fazer com que outros negros se sintam representados na publicidade, articulam um lugar para esse sujeito. Diante do exposto, este artigo se propõe a observar, a partir da Análise do Discurso francesa, os sentidos que emergem sobre o negro no mercado de trabalho publicitário na sociedade contemporânea brasileira.


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