SER MULHER INDÍGENA: RESISTÊNCIA E SUBJETIVAÇÃO

Águeda Borges

Resumo


O texto** visa compreender e dar visibilidade, discursivamente, à algumas práticas de resistência de mulheres indígenas de várias etnias no embate com a sociedade ocidental. As análises, sob a fundamentação teórica da Análise de Discurso de base materialista, ainda, são preliminares. Observo que o contato divide o sujeito, mas, o sentimento de pertencimento se constitui nas tomadas de posição, dessas mulheres, em aprender a fazer, resistir e ser mulher Xavante, mulher Munduruku...mesmo ‘divididas’. É ao modo étnico ritualizado, que se identificam/se subjetivam.

 

** Este texto faz parte da pesquisa que venho desenvolvendo no projeto: “A Construção de um arquivo: gênero em discurso” filiado ao Grupo de Pesquisa: Mulheres em Discurso: (Propeq/CNPQ-Unicamp/Unemat).

 


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ISSN 2177-8868

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