INTERFERÊNCIA DE DENSIDADES DE BRAQUIRIA BRIZANTA SOBRE PLANTAS DANINHAS EM SISTEMA DE CONSÓRCIO COM MILHO

Marcelo Júnior Gimenes, Evandro Pereira Prado, Rafael de Souza Christovam, Mário Henrique Ferreira do Amaral Dal Pogetto

Resumo


A viabilidade do sistema de integração lavoura-pecuária requer conhecimento e manejo compatível com a espécie forrageira utilizada, para prevenir o estabelecimento, a competição e o aumento das infestantes ao longo do tempo. Levando isso em conta, o objetivo deste trabalho foi avaliar as conseqüências da adoção de diferentes densidades de Brachiaria brizantha no consórcio com a cultura do milho sobre a infestação, o crescimento e a conseqüente produção de fitomassa seca e área foliar de plantas daninhas. Os tratamentos constituíram da combinação de quatro níveis de densidades da forrageira Brachiaria brizantha (0, 10, 15 e 20 kg ha-1) e três níveis do fator planta daninha (Ipomoea grandifolia, Digitaria horizontalis e Cenchrus echinatus). A planta daninha de maior infestação na área sem a presença da forrageira foi Ipomoea grandifolia, seguido por Cenchrus echinatus e Digitaria horizontalis. A forrageira B. brizantha suprimiu, principalmente, a infestação de capim-colchão, sendo constatada maior habilidade competitiva da espécie corda-de-viola. Com relação à densidade de semeadura da forrageira, todas afetaram de forma significativa o acúmulo de área foliar e fitomassa seca das plantas infestantes, porém com destaque para a maior densidade testada (20 kg ha-1).

Palavras-chave: Gramínea forrageira; Fitomassa seca; Integração agricultura-pecuária; Zea mays.


Palavras-chave


Fitotecnia; Gramínea forrageira; Fitomassa; Zea mays

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DOI: http://dx.doi.org/10.0000/rtcab.v4i1.81

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R. Tróp.: Ci. agr. biol.

ISSN 1982-4831