Fitorremediação de Solos Contaminados por Petróleo

Christiane Rosas Chafim Aguiar, Bruno Cardoso Lopes, Max Valério Doria Barbosa, Fabiano Carvalho Balieiro, Márcia Marques Gomes

Resumo


Realizou-se o estudo do emprego de Glycine max cv CD 214 Br e Brachiaria brizantha cv Marandu com o intuito de se avaliar o potencial de ambas para fitorremediação de solo contaminado por petróleo a 3%. Exemplares desses cultivares foram mantidos em solos controle e contaminado durante dois meses no ano de 2006. A biometria incluiu: área foliar, comprimentos de raiz e da parte aérea e  biomassas  radicular e  aérea. Cortes anatômicos de folha e raiz de plantas dos grupos controle e contaminado foram comparados. Aos 30 dias do experimento, a soja apresentou modificações em menos variáveis biométricas que a braquiária. Porém aos 60 dias, todas as variáveis biométricas foram afetadas. O estudo da anatomia foliar indicou alterações importantes para  densidade estomática, quantidade de tricomas, contorno das células epidérmicas e espessura foliar. A soja mostrou-se mais tolerante que braquiária à presença do contaminante. A condição estressante promovida pelo solo contaminado promoveu alterações anatômicas.


Palavras-chave


Glycine max, Brachiaria brizantha, biometria, anatomia foliar

Texto completo:

PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.0000/rtcab.v6i1.555

Direitos autorais 2012 Revista Trópica: Ciências Agrárias e Biológicas

Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.

R. Tróp.: Ci. agr. biol.

ISSN 1982-4831