Fenologia e exigência térmica da videira ‘Niágara Rosada’ cultivada no Noroeste do Espírito Santo

Cristiani Campos Martins Busato, Antonio Alves Soares, Sérgio Yoshimitsu Motoike, Camilo Busato

Resumo


O objetivo deste trabalho foi caracte­rizar e comparar a duração em dias e as exigências térmicas em graus-dia da cultivar de uva ‘Niágara Rosada’, considerando cinco fases de desenvolvimento do seu ciclo fenológico, em duas datas de poda: 07/05 e 02/06 de 2009. O estudo foi conduzido no município de Colatina-ES. A fenologia da videira foi avaliada por meio de visualização do aparecimento de períodos, definidos em função dos dias após a poda: poda ao início da brotação; início da brotação ao início da floração; início da floração ao pegamento do fruto; pegamento do fruto ao início da maturação; e início da maturação à colheita. O acúmulo em dias e a exigência térmica (graus-dia) foram determinados da data da poda até a colheita, adotando-se a temperatura de 10 °C como temperatura de base. As épocas de poda exerceram influência sobre o comportamento fenológico da uva ‘Niágara Rosada’: para a poda realizada em 07/05 a duração do ciclo foi de 114 dias, acumulando 1.901 graus-dia da poda à colheita. Para a poda realizada em 02/06 o ciclo apresentou 124 dias e a videira acumulou 2.120 graus-dia da poda à colheita.

Palavras-chave


Vitis, graus-dia, índice biometeorológico

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DOI: http://dx.doi.org/10.0000/rtcab.v7i2.1097

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R. Tróp.: Ci. agr. biol.

ISSN 1982-4831