Herbários como espaços facilitadores para o processo de ensino e aprendizagem

Gabriela dos Santos Amorim, Camila Santos Pires, Catherine Rios Santos, Aline Duarte Nascimento, Eduardo Bezerra de Almeida Jr, Mariana Guelero do Valle

Resumo


Os espaços de educação podem ser relacionados como espaços formais e não formais, os quais possibilitam diferentes formas de se promover atividades educacionais. O presente estudo trata-se de um ensaio teórico que tem como objetivo apresentar um levantamento das diferentes atividades de herbários de diferentes regiões do Brasil identificando suas ações enquanto espaços formais e não formais de educação. A partir das análises realizadas, foi possível identificar que herbários podem apresentar-se de maneira fluida, podendo ser considerados espaços formais e não formais de acordo com suas atividades executadas, permitindo acesso ao conhecimento científico tanto a um público acadêmico quanto leigo. Os herbários podem contribuir para diminuir o abismo entre a Universidade enquanto espaço formal e a sociedade, passando a ressignificar espaços e atuar também como espaços não formais de ensino, aliados na democratização do acesso aos conhecimentos sobre botânica para garantir a conservação da biodiversidade.

Palavras-chave


Espaço não-formal; ensino; botânica; divulgação científica

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R. Tróp.: Ci. agr. biol.

ISSN 1982-4831