TOLERÂNCIA DE Poecilia spp. À SALINIDADE: USO EM BIOENSAIOS COM AMOSTRAS SALINIZADAS

Jorge Luis Ferreira Nogueira, Ricardo Luvizotto Santos

Resumo


Os bioensaios podem ser empregados em complementação às análises químicas tradicionais nos trabalhos de avaliação e monitoramento ambiental. Entretanto, não existe um protocolo definido no Brasil para peixes erihalinos para avaliação de amostras estuarinas cuja salinidade varia de forma significativa, e a escolha de organismos-teste adaptados se torna imperativa. Este trabalho avaliou a sobrevivência das espécies Poecilia latipinna, P. reticulata, P. sphenops e P. vivipara expostas por 96h a diferentes salinidades (zero, 5, 10, 15, 20, 25, 30, 35 e 40 g/kg) após 7 dias de aclimatação em água doce ou salobra (15 g/kg) visando determinar a espécie mais indicada para bioensaios com amostras de água salinizada. Nos grupos aclimatados à água doce, no geral, houve um aumento progressivo da mortalidade dos peixes a partir da salinidade 20 g/kg, exceto para P. vivipara que apresentou 100% de sobrevivência em toda a faixa de salinidade estudada. As CLs 50(96h) determinadas pelo método Trimmed Spearman-Karber foram: 23,67 g/kg para P. reticulata, 23,35 g/kg para P. sphenops, e 31,86 g/kg para P. latipinna. Estas espécies quando aclimatadas à água salobra apresentaram maior sobrevivência quando expostas às salinidades mais elevadas. Considerando a tolerância à uma ampla faixa de salinidade e o fato de ser uma espécie nativa, P. vivipara é a espécie mais indicada para realização de bioensaios com amostras de água de origem estuarina, sendo recomendada uma aclimatação prévia à água salobra.


Palavras-chave


Bioensaio, eurihalino, organismo-teste, Poecilia latipinna; Poecilia reticulata; Poecilia sphenops; Poecilia vivipara.

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