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Sobre a Revista

REVISTA ENCERRADA NESTE PORTAL EM 31/12/2024. Acesse as edições de 2025 pelo novo link: https://seer.ufrgs.br/index.php/bauman/index  

Os Cadernos Zygmunt Bauman é um periódico (B4) (FILOSOFIA, INTERDISCIPLINAR, LINGUÍSTICA E LITERATURA, PSICOLOGIA, SOCIOLOGIA, HISTÓRIA, EDUCAÇÃO, ENSINO, EDUCAÇÃO FÍSICA, CIÊNCIAS DA RELIGIÃO E TEOLOGIA, DIREITO, ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E DE EMPRESAS, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E TURISMO, , ARQUITETURA, PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL / DEMOGRAFIA, URBANISMO E DESIGN, ARTES, CIÊNCIAS AMBIENTAIS, ENGENHARIAS I, ENFERMAGEM, SAÚDE COLETIVA, SERVIÇO SOCIAL). O Cadernos Zygmunt Bauman está voltado aos pesquisadores de pós-graduação, assim como leitores interessados nos temas abordados. Quanto aos artigos serão aceitos de alunos pesquisadores de pós-graduação, stricto Sensu, desde que a publicação venha acompanhada com seu orientador, mestre ou doutor. O C-ZB terá sua periodicidade quadrimestral a partir de janeiro de 2017 em versão totalmente online. Vale aqui fazer uma breve apresentação a respeito do emérito sociólogo polonês Zygmunt Bauman nasceu no dia 19 de novembro de 1925, em Poznán. Ele principiou sua trajetória acadêmica na Universidade de Varsóvia, mas logo foi obrigado a deixar a academia, em 1968, ao mesmo tempo em que sua obra era proibida neste país.

O periódico está disponível no Portal de Periódicos Capes/MEC, indexado no Google Acadêmico, no Latindex (Sistema Regional de Informação em Linha para Revistas Científicas da América Latina, Caribe, Espanha e Portugal), Cadastrado no Diadorim, diretório de políticas das revistas científicas brasileiras sobre o acesso aberto aos artigos por meio de repositórios institucionais.

Periodicidade quadrimestral

ISSN 2236-4099

 

Notícias

REVISTA BAUMAN - MANIFESTO PELA CÓRDULA

2026-02-20

Há lugares que não vendem coisas,
mas tempo.
Escuta.
Presença.
*A CÓRDULA É UM DESSES LUGARES*.
Livraria não nasce para o silêncio das prateleiras.
Respira quando alguém entra,
toca um livro,
conversa sem pressa,
fica.
Sem leitores, não há autores.
encontros, não há livraria.
Sem livraria, a cidade empobrece por dentro.
A Córdula atravessa um ano difícil.
Difícil como atravessam todos os espaços que insistem em existir fora da lógica do clique rápido,
do carrinho virtual, do “compre agora”.
Aqui não há algoritmo.
Mas gente,
que cansa, paga contas, negocia com editoras, enfrenta a Receita, assume dívidas quando o livro não gira.
Nada disso é romântico.
Mas real.
Quando uma livraria fecha,
não é só uma porta que se abaixa.
É um bairro que perde circulação,
município que sangra recursos,
emprego que some,
futuro leitor que não se forma.
Por isso, este não é um pedido abstrato.
É um chamado direto, quase um sussurro urgente:
*VISITE A LIVRARIA.*
Compre livros novos.
Participe.
Fique.
Traga alguém.
Esqueça, sempre que puder, as grandes plataformas que drenam a vida dos territórios.
Elas não devolvem afeto, memória, pertencimento.
Se você é da Baixada, periferia, de qualquer margem que aprendeu a resistir, saiba:
fortalecer uma livraria local é um gesto político.
É cuidar do chão onde se pisa.
*A CÓRDULA É UMA LIVRARIA DE BAIRRO DA BAIXADA FLUMINENSE, NO RIO DE JANEIRO.*
Ela não sobrevive sozinha.
Mas vive da presença,
cuidado,
compra consciente de livros.
Livro aqui não é só adquirir um objeto.
É manter um espaço de encontro aberto.
A Córdula não quer caridade.
Mas presença.
leitores vivos, curiosos, implicados.
Continuar sendo o que sempre foi:
espaço onde livros não são mercadoria muda,
mas pontes.
Que este manifesto circule.
vire visita,
conversa,
compra,
continuidade.
Porque uma livraria só morre quando deixamos de entrar.
E a Córdula ainda pulsa.


*APOIE A LIVRARIA CÓRDULA*
*📍 GALERIA 55*
*📌 ENDEREÇO: R. MANOEL MACHADO NUNES, 55 – LOJA 210 – CENTRO,*
*SÃO JOÃO DE MERITI – RJ, CEP 25520-610*
*📞 TELEFONE / WHATSAPP: (21) 99870-1047*
*👉 COMPRE LIVROS NOVOS. VISITE. DIVULGUE. TRAGA LEITORES.*

*MANTER A CÓRDULA VIVA É MANTER A BAIXADA FLUMINENSE LENDO.*

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Edição Atual

v. 14 n. 36 (2024): Bolhas sociais, Justiça e Sociedade de Risco
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Os Cadernos Zygmunt Bauman é um periódico (B4) (FILOSOFIA, INTERDISCIPLINAR, LINGUÍSTICA E LITERATURA, PSICOLOGIA, SOCIOLOGIA, HISTÓRIA, EDUCAÇÃO, ENSINO, EDUCAÇÃO FÍSICA, CIÊNCIAS DA RELIGIÃO E TEOLOGIA, DIREITO, ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E DE EMPRESAS, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E TURISMO, , ARQUITETURA, PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL / DEMOGRAFIA, URBANISMO E DESIGN, ARTES, CIÊNCIAS AMBIENTAIS, ENGENHARIAS I, ENFERMAGEM, SAÚDE COLETIVA, SERVIÇO SOCIAL). O Cadernos Zygmunt Bauman está voltado aos pesquisadores de pós-graduação, assim como leitores interessados nos temas abordados. Quanto aos artigos serão aceitos de alunos pesquisadores de pós-graduação, stricto Sensu, desde que a publicação venha acompanhada com seu orientador, mestre ou doutor. O C-ZB terá sua periodicidade quadrimestral a partir de janeiro de 2017 em versão totalmente online. Vale aqui fazer uma breve apresentação a respeito do emérito sociólogo polonês Zygmunt Bauman nasceu no dia 19 de novembro de 1925, em Poznán. Ele principiou sua trajetória acadêmica na Universidade de Varsóvia, mas logo foi obrigado a deixar a academia, em 1968, ao mesmo tempo em que sua obra era proibida neste país.

O periódico está disponível no Portal de Periódicos Capes/MEC, indexado no Google Acadêmico, no Latindex (Sistema Regional de Informação em Linha para Revistas Científicas da América Latina, Caribe, Espanha e Portugal), Cadastrado no Diadorim, diretório de políticas das revistas científicas brasileiras sobre o acesso aberto aos artigos por meio de repositórios institucionais.

Publicado: 2024-12-05

Editorial

Artigos

  • CRIME, GÊNERO E MÍDIA: a construção da “loura má” na Folha de São Paulo e no Correio Braziliense (2002-2006)

    Lucas Matheus Araujo Bicalho, Filomena Luciene Cordeiro Reis
    DOI: https://doi.org/10.18764/2236-4099v14n36.2024.11
  • As bolhas sociais e o discurso de ódio nas redes sociais digitais

    Beatriz Pereira de Jesus, Thalita Lacerda Nobre
    DOI: https://doi.org/10.18764/2236-4099v14n36.2024.12
  • As ideias de justiça e de justiça distributiva, segundo Rui Barbosa

    Wellington Trotta
    DOI: https://doi.org/10.18764/2236-4099v14n36.2024.13
  • Estado do conhecimento em teses e dissertações acerca da formação continuada na Educação Infantil

    Cíntia Rio Branco Pereira , Patrícia da Rosa Louzada da Silva, Fabiana Celente Montiel
    DOI: https://doi.org/10.18764/2236-4099v14n36.2024.14
  • GLOBALIZAÇÃO, SOCIEDADE DE RISCO E A CULTURA DO MEDO: reflexões sobre a modernidade tardia

    Adriana Kunen, Hieda Maria Pagliosa Corona, Nilvania Aparecida de Mello
    DOI: https://doi.org/10.18764/2236-4099v14n36.2024.15
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