Sobre a atividade do pensamento e a banalidade do mal em Hanna Arendt

Bruno Peres Freitas

Resumo


O presente artigo trata da compreensão da atividade do pensamento de acordo com a teoria política arendtiana. Nesta perspectiva, tem por objetivo abordar a relevância ética e política desta atividade, bem como as consequências decorrentes da sua ausência para o mundo público-plural. As reflexões conduzem à compreensão do fenômeno denominado por Arendt como “banalidade do mal” e o seu espraiamento nos tempos sombrios do totalitarismo, cuja análise tem como pano de fundo o relato do julgamento do “burocrata da fábrica de mortes” Eichmann em Jerusalém




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ISSN 2236-4099